arcade fire: keep the car running the kills: what new york used to be charlotte gainsbourg: voyage beck: broken train supergrass: moving electrelane: to the east beach fossils: vacation fiona apple: fast as you can sufjan stevens: chicago patrick watson: beijing beach house: 10 mile stereo junip: far away department of eagles: around the bay
radiohead: airbag pj harvey: a place called home the national: england beirut: nantes mirah: the dogs of b.a. beck: motorcade gorillaz: highway (under construction) the books: tokyo the tallest man on earth: king of spain alexi murdoch: home r.e.m.: drive jason molina: song of the road air: alone in kyoto [ouvir] [download]
sábado, 14 de agosto de 2010
by Simbiose do Tempo em Harmonia
1ª Hora
Na 1ª Hora, navegámos no futuro no Preto No Branco de hoje com as “Inventions For Electric Guitar” de Manuel Göttshing, membro fundador dos Ash Ra Tempel, inventor creditado do futuro que nasceu na Alemanha no Ano Zero, 1945 após a II Grande Guerra, igualmente acompanhado pelos Tangerine Dream de Edgar Froese com quem gravou "Electronic Meditation" e com Klaus Shulze, tripulante também dos primeiros álbuns dos Ash Ra Tempel. Depois da partida de Shulze e após a perda controlo doutro membro do Ash Ra, Hartmut Enke, devido à longa exposição à forma de vida banhada pelos ácidos com o mítico guru das acid-trips, Timothy Leary nos Alpes Suíços, Manuel Götsching continou a gravar como Ash Ra Tempel, por vezes acompanhado pela sua namorada Rosi Müller. Curiosamente, apesar de navegar no mundo cósmico, nem sempre os Tempel se afastaram da “tirania dos blues” como os NEU!, mas no álbum que trazemos hoje “Inventions For Electric Guitar” de 1975, Gotsching traz-nos camadas de guitarras que vão flutuando em harmonia, até criar a melodia. Por vezes, a guitarra é tão percutida, que se assemelha a um tambor. O futuro, já tinha sido inventado, mas este álbum seria um segundo andar de uma máquina em permanente aceleração na procura do limite do cosmos. O terceiro andar, viria pouco mais tarde, em 1984, com E2-E4, cuja a capa até foi objecto de plágio por parte dos LCD Soundsystem. Ouvimos então a faixa “Echo Waves”, seguindo-se “Quasarsphere” e “Pluralis”. No final desta hora, ainda teremos tempo para ouvir um excerto da canção “Daydream”, com Manuel Göttsching acompanhado de Rosi Müller.
1-Manuel Götshing - Inventions For Electric Guitar -Echo Waves
2-Manuel Götshing - Inventions For Electric Guitar -Quasarsphere
3-Manuel Götshing - Inventions For Electric Guitar -Pluralis
4-Manuel Götshing- Starring Rosi - Daydream
O trance, antes das máquinas dos anos 90, e também antecipando-se às introduções de música barroca num ambiente quase fora dos limites da pop, como os Dead Can Dance. Igualmente, outra forma de misticismo. Popol Vuh, o grupo trazido para esta segunda hora de hoje, e já agora relembro que as emissões por mim realizadas estão sob o signo de ter roubado o futuro só para ficar com ele, é o título então deste grupo, e está relacionado com reino Quiché Maya, fundado no Século XIII nas montanhas da Guatemala. Mas o misticismo ir-se-ia aliar à criação de um rasto de futuro ligado à história espalhada nas estrelas dos cosmos. Os Popol Vuh de Florian Fricke, ligaram a tradição à linha da frente da tecnologia, recorrendo ao sintetizador Moog, para em fusão com o piano elétrico Rhodes ou um simples piano acústico, originarem uma nuvem sonora de meditação, com momentos de sonho e realidade, num espaço adimensional. Talvez seja mais fácil ouvir o coro lindíssimo de “Aguirre” banda sonora do filme homónimo de Werner Herzog, ou a duçura de “Hosianna Mantra”. Contudo, “In Den Gärten Pharaos”, o seu segundo álbum após “Affestunde” que significa “A Hora do Macaco”, apela à serenidade e procura de uma linha de melodia que nos conduz através do futuro.
1-Popol Vuh - In Den Gärten Pharaos - In Den Gärten Pharaos
Programa dedicado a alguma da propaganda de guerra produzida nos Estados Unidos durante a II Guerra Mundial, mais especificamente a produções radiofónicas da responsabilidade do Office of War Information, criado pelo Pres. Roosevelt.
1ª hora
Destaque a "Dear Adolf", série de 6 cartas escritas por Stephen Vincent Benét atribuídas a americanos que vociferam contra Hitler e o regime nazi.
1 - Dear Adolf - Letter From An American Farmer (emitida a 21-06-1942)
Audição de "You Can't Do Business With Hitler", série radiofónica baseada na experiência de Douglas Miller enquanto adido da Embaixada Norte-americana em Berlim, que assim descreve as técnicas de pilhagem utilizadas pelo III Reich. Difundida em 1942.
1 - You Can't Do Business With Hitler - "Heads They Win, Tails We Lose"
2 - Glenn Miller -The Beguine*
3 - You Can't Do Business With Hitler - "Broken Promises"
4 - Glenn Miller -Summertime*
5 - You Can't Do Business With Hitler - "No American Goods Wanted"
* temas extraídos de uma emissão radiofónica apresentada por Glenn Miller e uma locutora alemã chamada Ilse, difundida na território alemão em 1944.
Tão importante como a melodia ou a letra que se escolhe para uma música será a métrica que à composição se aplica. Em composição musical, as músicas são divididas em fragmentos de tempo, intervalos de igual duração denominados de compassos. As formas mais simples de compassos são o binário (2/4), ternário (3/4) e quaternário (4/4). Se as formas binária e quaternária estão amplamente disseminadas na música moderna, a forma ternária é vulgarmente mais associada a composições clássicas e às valsas. Nesta semana, mostrámos Preto no Branco que o compasso ternário também pode ser usado nos meandros da pop e da música actual. Com a emoção e a força do três-por-quatro, passámos duas horas a contar batidas: um, dois, três, um, dois, três, um, dois, três...
01. Elliott Smith - Waltz #2 [XO, 1998] 02. Andrew Bird - Sovay [Andrew Bird & The Mysterious Production Of Eggs, 2005] 03. The Beatles - She's Leaving Home [Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, 1967] 04. The Finches - Human Like A House [Human Like A House, 2007] 05. Kimya Dawson - Tire Swing [Remember That I Love You, 2006] 06. Perry Blake - War In France [Still Life, 1999] 07. Nick Cave - Henry Lee [Murder Ballads, 1996] 08. Feist - Let It Die [Let It Die, 2004] 09. The Magic Numbers - Try [The Magic Numbers, 2005] 10. Franz Ferdinand - Fade Together [You Could Have It So Much Better, 2005] 11. Morrissey - The Lazy Sunbathers [Vauxhall And I, 1994] 12. Old Jerusalem - Always Do [April, 2002] 13. The Dodos - Joe's Waltz [Visiter, 2008] 14. The Magnetic Fields - The Night You Can't Remember [69 Love Songs, 2004]
15. The Morning Benders - Excuses [Big Echo, 2010] 16. Arcade Fire - Crown Of Love [Funeral, 2004] 17. Peter Bjorn And John - Roll The Credits [Writer's Block, 2006] 18. Ed Harcourt - Hanging With The Wrong Crowd [Here Be Monsters, 2001] 19. The Divine Comedy - The Beauty Regime [Regeneration, 2001] 20. Lou Reed - Perfect Day [Transformer, 1972] 21. Noiserv - Bontempi [One Hundred Miles From Thoughtlessness, 2008] 22. Camera Obscura - The False Contender [Let's Get Out Of This Country, 2006] 23. Carla Bruni - Tout Le Monde [Quelqu'un M'a Dit, 2002] 24. Suede - Pantomime Horse [Suede, 1993] 25. Albin De La Simone - Ton Pommier [Albin De La Simone, 2003] 26. The Dave Brubeck Quartet - Take Five [Time Out, 1959]
sábado, 17 de julho de 2010
by Simbiose do Tempo em Harmonia
1ª Hora
Gritos de Clevand e de Edimburgo
1-The Electric Heels – The Eyeball Of Hell – Agitated
2-Pere Ubu – The Modern Dance – Non Alingment Pact
3-Shop Assistants - Shop Assistants – Home Again
4-Pere Ubu – The Modern Dance – The Modern Dance
5-The Electric Heels – The Eyeball Of Hell – Cyclotron
6-Shop Assistants - Shop Assistants – Seems To Be
7-The Electric Heels – The Eyeball Of Hell – Jaguar Ride
8-Pere Ubu – The Modern Dance – Street Waves
9-Shop Assistants - Shop Assistants – Caledonian Road
10-The Electric Heels – The Eyeball Of Hel – Iq 301 – Man!
11-Pere Ubu – The Modern Dance – Street Waves
12-Shop Assistants - Shop Assistants – After Dark
13-The Electric Heels – The Eyeball Of Hell – Girl
14-Pere Ubu – The Modern Dance – Chinese Radiation
15-The Electric Heels – The Eyeball Of Hell – Dead Man’s Curve
16-Shop Assistants - Shop Assistants – Train From Kansas City
17-Pere Ubu – The Modern Dance – Over My Head
18-Shop Assistants - Shop Assistants – All Of The Time
19-Pere Ubu – The Modern Dance – Sentimental Journey
Contra o ruído insuportável da obsessão do futebol, comtra o medo não-gostar, contra o medo de ser impopular, contra-medo de não ser famoso. contra o medo de não ser dj, contra a colectâneazinha da cançãozinha perfeitinha que não fere tipo rfm pseudo-indie, a Revolução...em Silêncio!
1ª Hora:
1-Miles Davis- In A Silent Way – Shh\Peaceful
2-Miles Davis- In A Silent Way – In A Silent Way\It’s About That Tim
3-Miles Davis - Jack Johnson – Right Off
Depois de ter estado na origem da extinção do fogo dos desvarios do be-bop (Birth Of The Cool), Miles Davis caminhou para o jazz modal em "Kind Of Blue", começou a usar o estúdio como instrumento de composição graças ao seu engenheiro Teo Macero. Mas um dia decidiu que era necessário expandir o som, e rumou ao encontro da electricidade. “In A Silent Way”, marca a fusão (foi assim também chamada a nova forma de jazz) entre os o desejo de expandir um horizonte sonoro, que no entanto está em uníssono, e a edição de horas de música improvisada editada para a criação de um acto coerente.
Eternamente brotando rajadas de vanguarda, os Sonic Youth forjaram a sua identidade na contra-onda que também assolou Nova Iorque no início dos anos 80. Sempre foram esculpindo o ruído, para chegar a um formato ora de canção, ora de actos de contemporaneidade, deixando as arestas polidas ou em farpas. Os seus membros, desdobram-se em múltiplos de música ou artes (Thurston Moore acaba de se iniciar no mundo da edição de livros).
Paralelamente à discografia oficial, na sua larga maioria editada pela Geffen, os Sonic Youth iniciaram em 1997 um catálogo alternativo de discos dedicados à sua faceta mais experimental e improvisada. Fizeram-no através da sua própria editora, Sonic Youth Recordings, criada para esta finalidade em 1996. Nesta emissão de Preto no Branco percorremos os oito discos dos Sonic Youth no catálogo SYR, começando pelo mais recente SYR 8 (uma performance ao vivo em roskilde em 2005, com a duração de cerca de uma hora) ao longo de toda a primeira metade do programa, para na segunda metade fazermos a retrospectiva histórica dos sete primeiros discos deste catálogo.
SYR 1 (1997) - anagrama SYR 2 (slaapkamers met slagroom, 1997) - stil SYR 3 (invito al cielo, 1998) - hungara vivo SYR 4 (goodbye 20th century, 1999) - pendulum music (steve reich) SYR 5 (kim gordon, ikue mori, dj olive, 2000) - fried mushroom SYR 6 (koncertas stan brakhage prisiminimui, 2003) - heady jam #2
SYR 7 (j'accuse ted hughes, 2008) - agnes b musique
Depois da Ana Val-do-Rio nos ter trazido há semanas um espectáculo de Ariel Pink, e fruto do seu último álbum "Before Today" ter sido editado pela mítica editora 4AD, resolvemos trazer um programa do Fernando dedicado a esta editora. A 4AD, foi criada principalmente por Ivo Watts-Russell em 1980 e era suposto ter sido extinta no final da década. Mas a história não tomou esse rumo e a 4AD ainda continua a editar excelente música, depois de ter construído um legado impressionante de clássicos da pop, como os Cocteau Twins, Dead Can Dance, a fusão folk-ambiental dos projectos This Mortal Coil, ou ter esticado os limites do experimentalismo com as Throwing Muses e os bem conhecidos Pixies, sempre com o distinto cunho das capas da 23 Envelope.
Um pedaço, belo, do infinito percurso da pop para ouvir aqui.
domingo, 13 de junho de 2010
by Simbiose do Tempo em Harmonia
Com mais uma esplêndida edição da Soul Jazz, a colectânea Deutsche Elektroniche Musik, revelou-me um mundo até agora desconhecido; a vertente quase de rare-groove que alguns dos krautrokers tinha, e nós passámo-los na 1ª hora cruzando-os com referências imprescindíveis,como o acid-jazz dos Sandals e as obras-primas de jazz-funk que serviam de mote às aventuras dos filmes de blaxpoitation. Na 2ª hora, resolvemos fazer um encontro entre bateristas e baterias virtuais. Quem não fica siderado com a precisão rítmica de um Klaus Dinger, nos Neu!? As máquinas de ritmo, mais do nunca, traduziram a repetetividade dos movimentos criativamente mecânicos dos bateristas do krautrock.
Nota 1: Os Kollectiv eram os irmãos gémeos Waldo e Jogi karpenkial e ainda Jurgen Havix. Inspirando-se em Frank Zappa, King Crimson mas também nos músicos de jazz Wes Montegomery e Jimmy Smith, formaram os The Generals. Jogi ainda se aproximou de Ralf Hutter (que entretanto fundou os Organisation -futuros Kraftwerk) nos The Phantoms, mas depressa voltou ao grupo original. Com a entrada do flautista Klaus Dopper, os Genrerals tronaram-se os Kollectiv, gravando apenas um álbum homónimo.
Nota 2: Os Ibliss, tal como os Kollectiv, apenas gravaram um álbum (Supernova), mas o percussionista e flautista Basil Hammoudi, participou no álbum dos Organisation, Tonefloat, e ainda no primeiro álbum dos Kratftwerk. Igualmente dos Ibliss, o baterista Andreas Hohmann, também participou nas gravações do álbum Kraftwerk, e ainda foi membro de um embrião dos Neu!.
Nota 3: Os E.M.A.K.(Elektronische Muzik Aus Köln) eram constituídos por Kurt Mill e Mathias Becker. Os EMAK, investigaram os desenvolvimentos da tecnologia usada na música no seu estúdio. Ao ouvir esta faixa, nota-se a influência da música electrónica no synthpop britânico a despontar na década de 80.
Da electrónica mais experimental estando ainda perto do reconhecido formato canção, indo ao jazz, à "spoken word" ou até à cultuta popular, o Fernando traz-nos um imenso mundo de vanguarda.
1ª hora
1. Spock out Going - intro
2. Ready Tom - Destination Moon
(Tom Readdy - Destination Moon w/ music by Billy May -1950) 3. People Like Us - Dolly parton
4. Dr. Timothy Leary - The trip freak
5. Unknow - How babies are born
6. Vincent Price - Mushroom
(Vincent Price - Pickled Mushrooms ( extraído do Vincent Price Cooking Lesson ) 7. KFC - Bacteria(KFC - Bacteria - extraído das cassetes "KFC Employee Training" que davam aos novos empregados ) 8. Unknow - The problem with growing boys
9. People Like Us - Wide Open Spaces
Ouvir 2ª Hora
Download 2ª Hora
1970 foi um ano peculiar na história da Fórmula 1. Desde logo porque marcou o arranque em pleno de uma era de evolução tecnológica exponencial - por exemplo com a disseminação generalizada das experiências aerodinâmnicas de alguns monolugares do final dos nos 60 - mas também pela aura de tragédia que paira sobre esta temporada da categoria máxima do desporto automóvel a nível mundial.
No decurso da época de 1970 os momentos de tragédia foram constantes: o grave acidente no autódromo espanhol de Jarama e as mortes de Bruce McLaren, Piers Courage e do campeão póstumo Jochen Rindt foram premonitórios de uma era em que a Fórmula 1 esteve permamentemente ensombrada por acontecimentos trágicos (morreram 8 pilotos em provas oficiais ao longo da década, e alguns mais em provas extra-Fórmula 1).
No entanto, não será admissível considerar que todo o sangue derramado ao longo dos já 60 anos de história do mais importante desporto motorizado contribuiu largamente para o miticismo que o envolve? Mais ainda, não será a adrenalina do perigo mortal que ainda hoje motiva tantos pilotos a perseguir incessantemente o sonho de chegar ao circo da Fórmula 1?
Por tudo isto e muito mais, a emissão de 22 de Maio de 2010 do Preto no Branco celebrou o campeonato do mundo de Fórmula 1 de 1970.
domingo, 16 de maio de 2010
by Simbiose do Tempo em Harmonia
4 Hero
Programa só de 1 Hora, por causa das transmissões da Queima das Fitas 2010.
Após o balão da euforia das raves se ter esvaziado em Inglaterra, a música de dança voltou-se outra vez para as discotecas, por exemplo em Londres para a Shoom e em Manchester a mótica Hicienda. Contudo, ainda abaixo deste nível, havia um mundo paralelo de gente que procurava música à beira do acontecimento. Para isso, o house doce, ou até o hip-hop com as suas 80 a 90 batidas por minuto (bpm), não lhe bastava, algo mais frenético era requisitado. As limitações de 126bpm das "drum-machines" Roland TR-909, não chegavam e para isso os Disk-Jokeys, alteravam os seus gira-discos Technichs para aumentarem ainda mais a velocidade dos discos usados para os "samplings". A necessidade de procurar uma solução rítmica adequada ao pretendido, leva-os à procura do "break-beat". E esse, como poderão ouvir em baixo, viria sobretudo dos discos de funk dos final da década de 60, Criou-se assim uma nova cultura, representativa ainda das cidades britânicas inócuas, da juventude destas à procura de sentido, encontrando uma porta de saída, ainda anos antes do "Second Life", para criarem um mundo virtual, baseado nos jogos de computador, na cultura cibernética e no mundo dos "sound-systems" de origem jamaicana importados pelo mundo ocidental, gerador dos rap em Nova Iorque, do "trip-hop" com raízes em Bristol, e do jungle sobretudo londrino, havendo ainda tempo para absorver as influências do "new.beat" Belga, de gente como Joey Beltram (apesar de ser Americano), T99 e CJ Boland.
Trouxemo-vos para este programa, as "early plates" de "jungle" da editora Reinforced pertencente a Dollis Hill.
(O texto em cima foi baseado no capitulo sobre jungle do livro "Modulations" editado por Peter Shapiro, e também no artigo de Mark Fisher, secção "Epiphanies" da revista inglesa Wire #206 - Dezembro de 2007.)
1-4 Hero – The Early Plates – Students Of The Future
Rádio com absoluta nitidez, para ouvir o que os olhos não conseguem ver.
O deslumbramento das músicas de todos os quadrantes: criativas, honestas, apaixonadas. Sonic Youth e Fela Kuti. Yoshihide ou Comelade. Ritmos e atmosferas. Experimentalismos ou Pop Concreta.
Horário: Sábados 23h/24h em 107.9FM ou em emissão online
Radio Universidade de Coimbra (RUC) is the oldest running university radio station in Portugal, a freeform independent alternative radio station - both a radio-school and a local broadcaster in central Portugal (107.9 FM).
All radio programs are author's programs. This means that all compulsory playlists are banned by principle. The person hosting a radio program is entirely free to choose what music to play.
As a result, there's a multiple and eccletic offer of radio contents - programs ("shows") about pop, rock, electronic, dance, jazz, classical music, soundtracks, covers, portuguese music, japanese music, canadian music, chiptunes, hip hop, worldmusic, blues, rockabilly, chanson française, gothic, punk, krautrock, noise, experimental improvisations performed live, metal, medieval, exotica, mathematics, literature, cinema, ecology, science...